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sexta-feira, 11 de maio de 2012


                      Uma Noite no Lago






Tardia são as cores do dia;
tardia elas na solidão da noite;
Tardia, jazia, a seta das estrelas  fazia.
A direção Tardia, para a luz.
Uma Lua sozinha... Tardia.
Branca na água preta que trazia, a cor da felicidade;
Tão pouco, quanto muito que me toca
esse simples cheiro;
Tão pouco a brisa, mas é muito para deslumbrar e... deitar.
Sentir a canção das águas
uma paz divina, serena, como voar!
Para um sonho sem direção e apaziguar na beira;a mastigar a palha entre os caninos.
Ò sedenta por olhos famintos,
de loucura poesia e amor.
Ali! Só a espera da sua parte, que lhe falta, que lhe palpa e ampara;
olhando mais uma vez aquela Lua,para termos certeza que fomos feitos outros para uma.



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